
Descoberto no final do século XIX , o raio-X continua indispensável até hoje.
Trata-se de um dos principais exames ortopédicos para definir diagnósticos.
Mostra a condição de ossos, articulações, e facilita iniciar tratamentos precoces.
Esse velhinho está com mais de 100 anos e continuará na ativa por muito tempo.
O raio-X na ortopedia mantém seu destaque, apesar de todo avanço tecnológico dos demais exames dessa especialidade. Ele representa o primeiro passo para diagnóstico rápido, preciso, acessível e indolor, pois permite visualizar os ossos e as articulações. Esse exame ajuda o médico a identificar fraturas, luxações, desgastes e diversas condições clínicas.
Quando uma pessoa sofre uma queda, um acidente ou trauma esportivo, é o raio-X que confirma ou elimina a hipótese de fratura. A imagens mostram não apenas o tipo de lesão, mas também sua gravidade. É a partir daí que o ortopedista começa a definir o tratamento mais adequado, que pode variar desde a imobilização até uma intervenção cirúrgica.
Além das fraturas, o exame tem papel importante no diagnóstico de doenças degenerativas, como por exemplo artrose, esporão e até perda severa de massa óssea. Desgaste da cartilagem, formação de osteófitos (bicos de papagaio) e deformidades ósseas também são identificados com facilidade, permitindo o rápido início do tratamento. Há outras aplicações para esse exame tão antigo.
Ele é utilizado para acompanhar a evolução de tratamentos, tanto após cirurgias como depois de colocar placas, parafusos e próteses. O médico confere se o dispositivo está posicionado corretamente e se a consolidação óssea ocorre como ele espera. Inclusive durante a reabilitação esse exame continua sendo relevante para liberar o paciente às atividades.
Não menospreze o poder do raio-X. Ele continua sendo indispensável na avaliação clínica e definição de tratamento. Agende uma consulta na Clínica Santa Terezinha e peça um raio-x preventivo, pois ele também detecta osteoporose.